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  • TROMBETAS DE CONSTANTINOPLA | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR TROMBETAS DE CONSTANTINOPLA AVANÇAR 1453 d.C. O Império Bizantino existiu por mais de mil anos. Terminou quando, depois de sucessivas tentativas, os turco-otomanos lhe impuseram a derrota final. Os guerreiros árabes, liderados por Maomé II, avançaram sobre os já combalidos muros da capital Constantinopla. Nas ruas, milhares de corpos jaziam indefesos. Os arcanjos islâmicos Israfel e Azrael, artífices celestiais da bem-sucedida estratégia, se regozijavam pelo sucesso de empreitada. Os arcanjos dos cristãos ortodoxos, dentre os quais Baraquiel e Salatiel, entoavam canções tristes e melancólicas, e se retiravam em direção à abóbada celeste. O último, Jofiel, antes de partir, resolveu preservar a honra do governante cercado pelos inimigos: transformou o homem em estátua de mármore e o escondeu numa caverna. Esse foi o destino de Constantino XI, o último imperador romano. TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: IMPÉRIO OTOMANO DATA DE PUBLICAÇÃO: 28/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors / @rumeysasurucu ​

  • ESPECTROS EM BERLIM | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR ESPECTROS EM BERLIM AVANÇAR TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: ALEMANHA NAZISTA DATA DE PUBLICAÇÃO: 16/12/2020 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS TRADUÇÃO: JULIA TETZLAFF ILUSTRAÇÃO: VIVIANE FAIR

  • BHADRIKA - A MENINA DANÇARINA DE MOHENJO-DARO

    Previous Next BHADRIKA AVANÇAR VOLTAR A GAROTA DANÇARINA DE MOHENJO-DARO (2600-2500 a.C.) As luzes explodem em flashes. Um símbolo subjugado por olhos aguçados, mas incógnitos. Paredes abrigam vagas percepções. O tempo, sereno, é desconstruído em potências decaídas de eletroquímica e carbono. ​ — A garota dança? ​ A projeção contempla o corpo e as feições da estátua. O avanço pelo todo se reflete na parte petrificada. Na perfeição dos contornos. Nas formas adjacentes. Nos seios repletos de força e latência. No mergulho pelos sulcos de um ventre pétreo. Nos lábios metalizados. No olhar que recorda um passado. De dentro do contorno germina o repuxo. Imersão. Uma manifestação que pulsa por dezenas de eras. Depois, a escuridão tomou conta do mundo. Surge, então, a vida. ​ Do céu, entre as nuvens. Do chão, entre a areia e a poeira. No meio da aldeia, em frente ao mercado central, um vulto se agita. Diante da multidão de gente, um movimento poderoso. A garota dança, rodopia, alegre, irrefreável, impenetrável. Perto dali, uma mulher nua espera em sua casa. A garota emana. A mulher evoca. A garota, com sua aparência ditosa, arroja-se diante de um mundo em expansão. A mulher, consciente de seu amor, ressignifica os percursos de sua própria vida. A garota cria toda a harmonia. A mulher expande toda a esperança. A oscilação de seu fulgor transcende as construções de uma cidadela corretamente planejada. ​ A garota move-se em superfícies plurais. Sua energia se espalha pelas afluências. Seu poder fortalece as múltiplas embarcações. Centenas de toras atracam nas enseadas e flutuam pela superfície das águas do Vale do Indo. Os trabalhadores carregam e descarregam os produtos trocados em outros impérios dos mundos mais distantes da Mesopotâmia e do Egito. No horizonte, flamam as centelhas dos barcos com carregamentos de jades, turquesas e lápis-lazúlis, de cerâmicas, pedras preciosas e tecidos que navegam do Golfo Pérsico ao delta do Xatalárabe. A garota vê um homem que retorna do trabalho. Ressentimentos subvertem a paixão e o afeto. A mulher nua espera com a mão no quadril. Suas pulseiras e seus colares vibram diante de espectadores que quase não a percebem. Do outro lado, a garota dança e roda seu corpo intocado no ritmo dos seus passos e de seus desejos secretos. As aldeias e vilas fulguram no encanto de seus movimentos. A cidade cresce ordenada por sua dança. Os domicílios, feitos de tijolos e argamassa terracota, resplandecem na absorção de sua beleza. A cidade se transforma numa imensidão! A garota concentra suas potências. As águas provêm dos encanamentos. Fluem pelos reservatórios artesanais e sistemas hidráulicos. O homem carrega sua bacia retirada dos poços públicos. Caminha na direção de sua pequena residência. Lá está sua mulher, sua amada. Ele potente. Ela nua. Os dois deitados no chão. Ele a ama: o tempo passa conjecturado nas ações das majestosas forças, no contato das divindades, na erupção das vontades, na pulsação selvagem das sombras e dos raios, dos corpos e do suor, da seiva que urge e que aclara por perspectiva o movimento de todo o mundo existente e inexistente. A garota observa toda a cena. Ela rodopia furiosa, enquanto luzes enigmáticas e penetrantes se arrojam por sua derme lisa e perfeita. Os olhos do coração pulsam numa vontade profunda e errática. Ela também ama aquele homem. Seus anseios atravessam as sensações, vertem-se diante das inexploradas cavernas, tocam as inofensivas flores rosadas das puras florestas ainda virgens, sufocam diante dos vulcões que jorram lavas incandescentes, numa mistura relutante de gozo, ódio e raiva. As guerras não cessam. Os habitantes trabalham. As cidades vivem, espremem, morrem. A garota dança e cria com seus poderes a inovadora matemática e a escrita que facilita o comércio. Ela esculpe, com seus brilhantes olhos, os selos em pedras: um ser de três cabeças encanta as crianças que correm alegres entre os edifícios, pelo imenso celeiro, diante dos banhos públicos, pelos esconderijos que passam por debaixo dos sistemas de drenagem que ordenam os dejetos e burlam desejos. Sua adversária, a mulher, era mais bela. O som acompanha as vozes. Os sacerdotes oram em seu grande salão. Percebem o mal se aproximando. A mulher caminha diante de um estreito precipício. No giro da cadência e do bailado, a garota lança seu encanto, que aprisiona o corpo de sua inimiga. A mulher, amada, cai na armadilha. No cárcere invencível. No escuro infinito. A razão dilacerada no firmamento de agonia. A alma enclaustrada na dimensão do impossível. Morte e destruição avançam. Há dor e aflição por entre as misteriosas rotas que existem no interior do coração dos vales, na superfície de respiração das montanhas. A garota dança. A cidade pulsa. Há reprodução elaborada em labirintos de lábios, cheiros e beijos. Festa e música por todos os lados. A garota dança e vive no encalço de sua liberdade. Na centelha propulsora de suas vergonhas. No sopro da desforra e no hábito solene de seus próprios medos. Os cabelos da mulher já não pendem mais sobre aqueles seus ombros magros. A garota flutua com seu corpo iluminado. Feliz, ela baila e espera. Aguarda pelo retorno do homem, amado e amante. Reverte seu encantamento em facões, escudos, torres e fortificações que protegem os limites do centro administrativo contra as inundações e as tribos longínquas. Os passos ardem no calor da terra batida. A garota dança. Ela rodopia, voando serena e perene. Há um mundo dentro dela. Uma história contada. Uma memória a ser preservada. Um mistério escondido e revestido de correntes de barro que permanece jurado por segredos indecifráveis. Emoções e gestos que os próprios oráculos desejariam ocultar. O homem volta do trabalho. Ele percebe o terrível fim de sua amada. O ódio o consome, e ele pega sua afiada faca. Procura entre becos rudes, vielas sinuosas, casas licenciosas. O homem encontra sua caça e sela seu destino. Ele corre com sua faca em direção à garota. Revelações! A garota move-se em espiral e reverte sua luz, seu poder, sobre ele. O homem cai no chão. Tempo e espaço digladiam-se nos limites de um vórtice que espalha um turbilhão de fluidos. O homem penetra numa outra dimensão. Sua alma agora também está presa. Sua consciência jaz escravizada pela magia e pelo encantamento dos inumeráveis prazeres da garota. Ela completou sua vingança perfeita. — A garota dança? Em algum momento, num lugar distante do conhecimento e da razão, a garota dançarina decidiu cobrir sua cidade e inundá-la com água e lama, com a alma do rio Indo. Resolveu não só dominar a vida, mas também renovar o sentido de tudo o que é atual e presente. Dona de todo o enredo, ela controlou o seu tempo e, a partir de então, todos os outros destinos. Ela apagou sua chama, descortinou sua centelha, remendou seu mundo e a história de seu povo. A garota dança alegre e feliz. Com aquele homem ela concebeu dezenas de filhos imortais, e seus filhos, dezenas de descendentes. Juntos, eles construíram domínios indestrutíveis. Ela cobriu de bronze e de cera o corpo daquela mulher. Banhou de cobre e metal o seu coração. Moldou-a em perspectiva escultural num infinito e numa permanência que desafiam o tempo. Por ironia, sarcasmo ou algum instinto de complacência, deu-lhe o nome de Bhadrika, que em hindu significa “mulher com felicidade”. — A garota dança? A garota continua seu baile atemporal. Ela permanece traduzindo sua força num primoroso movimento atraente e cíclico. A cada dia ela nos convida a contemplar sua arte para observar a sua eterna trama histórica. As luzes se afastam dos flashes. Os olhos se libertam dos símbolos. As paredes concretizam verdades. O tempo, que agora é ciência, brilha diante da liberdade do corpo outrora petrificado daquela mulher. TEMPO HISTÓRICO: IDADE ANTIGA ESPAÇO GEOGRÁFICO: ÁSIA - VALE DO INDO - ÍNDIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 29/03/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: CANVA ​

  • A PENA ESPIRITUAL DE OLIVER CROMWELL

    A PENA ESPIRITUAL DE OLIVER CROMWELL AVANÇAR VOLTAR 1651 d.C. Um fato curioso aconteceu na Inglaterra em 9 de outubro de 1651. Algumas testemunhas afirmam que a pena de ganso com a qual Oliver Cromwell assinou o Ato de Navegação estava viva. Quando seus assistentes levaram o documento e o colocaram na frente do futuro Lorde Protetor para a assinatura, a pena, que se encontrava descansando sobre a mesa, simplesmente pulou de lá, saiu voando e molhou seu bico no tinteiro. Depois, flutuou, leve e esbelta, em direção às mãos de Cromwell. Lá, dançou, ricocheteou, ziguezagueou e, numa sanha incontrolável, fuzilou em direção à folha, assinando prontamente o documento que se intitulava Uma Lei para o Aumento da Navegação e Incentivo à Navegação desta Nação . Todos que estavam na sala, incluindo os representantes do Rump Parliament e o próprio Cromwell, olharam-se mutuamente, olhando também para a pena. Ninguém disse nada. Nenhum gesto. Nada. Apenas as formalidades, alguns aplausos e só. A pena, enfim, repousou estática na mesa, satisfeita. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE MODERNA ESPAÇO GEOGRÁFICO: INGLATERRA DATA DE PUBLICAÇÃO: 21/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / GDJ ​

  • O DESALENTO ESPACIAL

    O DESALENTO ESPACIAL AVANÇAR VOLTAR 1969 d.C. Um extraterrestre chorou quando Neil Armstrong pisou na lua em 1969. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / Trandoshan ​

  • A FONTE Q | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR A FONTE Q AVANÇAR — Sebastian, escuta com atenção... — Na escuta. — Você só tem mais alguns minutos e... — Eu já vi no dispositivo. Obrigado por me acalmar, padre. — Q está no quarto com a porta de madeira rachada, na segunda entrada atrás do corredor em formato oval. — Sim. Eu estudei os relatórios, padre. Não precisa repetir. — Cuidado com os soldados romanos! Lembre-se que você está na Palestina romana e não é comum os soldados fazerem as rondas sozinhos por essa região. — Pare com isso! Está tudo cronometrado. Ou não está? — Meu filho, o maior feito de nossas vidas depende desse seu... “achado”! — E a sua história dentro da Igreja também, padre. — Não brinque com isso. — Cale-se! — Que barulho foi esse, Sebastian? — .... — Sebastian... — Um grupo de soldados romanos. Passaram perto, mas não me viram. — Por Deus! Continue. — Estou na rua de telhados planos! No terraço da casa, ponto alfa 01, que é todo cercado com parapeitos no seu entorno. Há uma cabana rústica de um lado. Pelo chão do terraço, todo liso, há alguns tipos de utensílios domésticos espalhados... — Continue... — Entrarei agora no ponto alfa 01. A porta é bem pequena e estreita. Está trancada, como nos relatórios. Soleira de pedra. Ombreira com um pequeno rolo de madeira e... — Não toque no Mezuzáh! — Por quê? — É sagrado para eles! Ninguém quer saber de seu ateísmo. Respeite! — Certo, padre! Passarei pela janela em forma de arco como combinado. Destravarei as armações de madeira. — Sim. Ótimo. Continue. — Já estou dentro do casebre, o ponto alfa 01. A casa é pequena e, como todas as outras, parece ser feita de barro seco ou algo do tipo. Está bem quente aqui e... Merda! — O que houve? Sebastian? — Eu pisei num tipo de recipiente com dejetos humanos. — Droga! Sabia que seu 1 e 78 não ajudaria muito. Seu peso também não é o ideal para esse tipo de missão. — Reclame com os Centenários, padre! — Os Centenários não estão interessados nisso, Sebastian. O Direito Canônico deles é muito diferente do nosso, mas temos que aceitar isso, pois não... — Pois não o quê? — Pois não foi assim que decidimos ao final da guerra? Sebastian, eles estão apenas interessados no que vão receber! Por isso bancam essa missão. Por isso foi fácil convencê-los de aceitar você. — Eles são uns mercenários, padre. Deveriam investir na cura da... — Continue, Sebastian!! — Certo! Aqui o assoalho é todo feito de terra. O ambiente é bem escuro. Não há mobílias na casa. Há uma pequena fonte de luz que ilumina todo o recinto. Uma lamparina com algum tipo de óleo. No canto, há algumas roupas jogadas no chão, parece-me que são... um pano simples manchado, um tipo de túnica de algodão, dois mantos velhos, uma tanga rasgada e suja, e uma espécie de cinto bem desgastado. — Interessante! Continue! — Parece que seu homem não é tão pobre assim, hein padre? — Sebastian... Q está no aposento número 4. Na porta de madeira rachada... — Na escuta! Entrando no aposento número 4. Janela aberta. Quarto bastante arejado. Aqui está mais frio, mais escuro e vazio. — Q deve estar aí em algum lugar! Em rolos de papiro. — Na escuta! — Continue. — No canto há uma banqueta. Em cima dela um jarro marrom. — Sebastian? — Relíquia encontrada, padre! — Finalmente! Porra! — Padre? — Perdão! Continue. — Q está na minha frente por dentro do jarro. É um objeto comprido, extenso e feito com vários rolos de papiro. — Ótimo! — Iniciando processo de compressão. — Cuidado no manuseio! — Inserindo relíquia/fonte Q dentro do compartimento de proteção. — Perfeito. Sebastian! Finalmente conseguiremos provar para os conservadores que Mateus e Lucas escreveram seus evangelhos usando duas fontes: Q e o Evangelho de Marcos. Que maravilha de achado meu rapaz... — Vai ganhar sua gorda comissão, padre. — Não seja tolo! — Imagino! Já tem sua vaga no Colégio de Cardeais. — Sabe que nunca almejei isso! Por favor! Continue. — Saindo do quarto e voltando pelo corredor. — Ótimo. Meus parabéns! Para alguém que já estava fora das atividades há cinco anos, você foi perfeito. Nossa missão está cumprida. Tudo no tempo certo. Um minuto ainda. — Na escuta! — Sebastian, agora saia daí pela janela do aposento número 1. — Ok. Na escuta. Entrando no aposento número 3. — NÃO! Aposento número 1. O número 3 é o quarto de Mateus! — Sim, eu sei. — SEBASTIAN? — Na escuta! — Não faça isso Sebastian! Não há tempo. — Eu preciso, padre! — Já pegamos a fonte Q! SAIA DAÍ! — Quarto número 3. Simples. Quente. Homem deitado no chão sobre panos. — Saia daí! Sebastian? Sebastian? Nós só temos mais alguns segundos aqui! — Padre, Mateus falou com Cristo. Pode ser que dê certo dessa vez. — Sebastian? Seu filho não será curado com o sangue de Mateus! — Na escuta! — Os relatórios são precisos! Sebastian! Já tentamos isso com os outros... e com Cristo! — Na escuta! — Por favor! Metade da humanidade já padeceu. Não há cura possível. Sebastian?? — Na escuta! — O portal irá se fechar. Sebastian!! Não fa... — Na escuta! Padre! Falta pouco! Mateus falou com Cristo. Tocou nele! Conhece a história de Mateus? Não é, padre? O corpo de Mateus está tão brilhante agora. O quarto está todo iluminado. Padre? Na escuta? Tem uma luz branca e azul clara aqui. Um cheiro de oliveiras. Venha ver isso! Padre? Vai dar tempo. O senhor deveria ver isso. Padre? Padre? Temos que tentar algo a mais! Padre? É realmente fascinante... fascinante... TEMPO HISTÓRICO: IDADE ANTIGA ESPAÇO GEOGRÁFICO: PALESTINA ROMANA DATA DE PUBLICAÇÃO: 15/11/2020 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO HISTÓRICA: LAIR AMARO TRADUÇÃO: JÚLIA TETZLAFF ROSAS REVISÃO TEXTUAL: RAÍZA HANNA ILUSTRAÇÕES: VIVIANE FAIR AGRADECIMENTO: PROFESSOR LUIGI SCHIAVO ​ SÉCULO I d.C.

  • A VOZ DA ESCRITA SUMÉRIA | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    A VOZ DA ESCRITA SUMÉRIA VOLTAR AVANÇAR 3500 a.C. Eu disse para ele escrever e ele escreveu. Cochichei em seu ouvido as palavras que deveria reproduzir. O escriba me escutava, mas não me enxergava. Por fim, talhou com a afiada cunha a placa de argila. Escreveu as histórias de seu povo. Deus-Rei dos Sumérios, desta vez. ​ TEMPO HISTÓRICO: HISTÓRIA ANTIGA ESPAÇO GEOGRÁFICO: ORIENTE MÉDIO DATA DE PUBLICAÇÃO: 17/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @valadzionak-volhas-images ​

  • O DUENDE NO SALÃO DE MADAME GEOFFRIN | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    O DUENDE NO SALÃO DE MADAME GEOFFRIN AVANÇAR VOLTAR 1760 d. C. Eu ansiava por mais uma daquelas reuniões. O salão de Madame Geoffrin estava cheio. Fiquei sentada, à espreita, perto de uma das vidraças. Vozes em discussões acaloradas se espalhavam por todo o recinto. Foi quando Diderot e D’Alembert apareceram, afoitos e falantes. Vinham do café Le Procope. Nas mãos, traziam alguns livros, talvez um exemplar da Enciclopédia. Eu queria ver se era mesmo ela, a obra tão famosa, mas não consegui. Algo me distraiu. Um sujeito pequeno e esquisito se esgueirou por debaixo das mesas. Uma estranha luz azul turquesa irradiava de seu corpo. De início, pensei que fosse um rato, mas mais parecia um anão, talvez um duende com nariz pontiagudo... Ia equilibrando nas mãos uma torta de chocolate. As pessoas olhavam sem nada entender. O pigmeu do outro mundo subiu na mesa, riu e jogou a torta na cara do Barão. Que susto! Todos riram, e eu gargalhei junto! O duende deu um tchauzinho pomposo e sumiu na luz que o envolvia em poucos instantes. O coitado do nobre, todo lambuzado, levantou-se furioso e foi embora do salão de Madame Geoffrin. O mais engraçado é que, passado o imprevisto, ninguém se preocupou em saber de onde veio aquele pequeno intruso, nem o que seria sua estranha luz. Estavam todos muito preocupados com outros assuntos. Continuaram discutindo sobre as ciências e racionalizando os problemas sociais. Achei tudo aquilo muito engraçado, mas, sinceramente, eu ainda acredito que tenha sido Deus visitando os iluministas. TEMPO HISTÓRICO: IDADE MODERNA ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUROPA - FRANÇA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @sketchify ​

  • NO POMAR DOS SHOGUNS | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR NO POMAR DO SHOGUNS AVANÇAR 1853 d. C. A praia dormia deserta. No além, o céu rasgava-se em pequenas ranhuras pretas. Há mais de duzentos anos a Deusa do Sol (Amaterasu) brilhava seus raios ornamentados e puros naquela região sagrada, inclinando-se sobre palácios, lagos e árvores do Jardim de Ninomaru. Por ali viviam seres parecidos com fadas que cuidavam dos pomares alados e dos shoguns dourados. Houve um período de estabilidade, paz e arte. Mas, naquela manhã, apareceram pelos mares os terríveis dragões, soltando fumaça e fogo. Agora chove, e os dias, sempre cinzentos e entristecidos, não serão mais como antes. A Baía de Edo chora diante de estranhas esquadras negras. TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: JAPÃO - ÁSIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 23/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors ​

  • O TUMBEIRO FANTASMA | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    O TUMBEIRO FANTASMA AVANÇAR VOLTAR 1810 d. C. — Capitão? — Que barulho é esse? — Os escravos estão em festa no convés! Capitão! — Prendam e açoitem todos! — Capitão! — Se resistirem, atirem o líder ao mar! — Capitão? ­— Matem-nos! — Eles já estão mortos, Capitão. TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 1 ESPAÇO GEOGRÁFICO: OCEANO ATLÂNTICO DATA DE PUBLICAÇÃO: 16/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors ​

  • TABELAS DOS CONTOS

    VOLTAR AVANÇAR TABELAS DOS CONTOS PROJETO FANTASTÓRICA FASE 1 TABELA MUNDO EM AZUL OS TEMAS QUE POSSUEM UM OU MAIS CONTOS JÁ PUBLICADOS TABELA BRASIL EM AZUL OS TEMAS QUE POSSUEM UM OU MAIS CONTOS JÁ PUBLICADOS

  • LARARIUM SACRARIUM IMPERIUM ROMANUM

    VOLTAR AVANÇAR LARARIUM SACRARIUM IMPERIUM ROMANUM 10 d.C. Ennius acordou assustado. Já passava da meia-noite. Um estranho barulho vinha da direção da sala. Eram os tempos do Imperador Augusto, e ele sabia disso. Sabia também de suas obrigações como o pai da família, como o pater familias. Ainda mais naquele mês de maio em que deveria realizar a lemúria, ou seja, a cerimônia doméstica de purificação para a proteção de sua casa contra os espíritos antepassados, errantes e malfazejos. Lamentou, pois já havia passado o horário de fazer o ritual. Ele dormira mais do que o previsto. Estava confuso. Parecia bêbado... — Maldita! Ennius olhou para o lado. Quintilia, sua mulher, estava dormindo profundamente. Não era preciso acordá-la. Ele deveria fazer aquilo sozinho. O barulho na sala aumentava lentamente. Ennius levantou-se e saiu do seu quarto, indo descalço em direção ao grandioso e pomposo peristilo, o recinto a céu aberto rodeado por colunas. Do meio do jardim viu o cômodo onde dormiam seus filhos. Estava tudo bem por lá. Depois, viu o cômodo onde comiam as refeições. Tudo tranquilo por lá também. Por fim, olhou para a sala de estar e, assombrado, viu uma movimentação perto do teto, um tipo de sombra que voava por todo o recinto. Era uma entidade, um mau espírito dos antepassados que conseguira entrar em sua casa e agora sobrevoava o teto da sala. Ennius olhou pela janelinha de uma das paredes da casa e viu o átrio. Lá estava o majestoso larário (lararium) da casa, todo feito de madeira em forma de edícula . O santuário da casa sustentava, além das oferendas diárias, três pequenas estatuetas de divindades, uma imagem da Deusa Vesta, alguns incensos, uma estatueta de Vênus em terracota, diversas flores de cores sortidas e o Fogo Sagrado, que, por todas as desgraças, estava apagado. — Maldita! Ennius estendeu as mãos para fora da janela e, em direção ao larário, pediu aos lares, penates e gênios, as divindades protetoras das casas, para protegê-lo e proteger sua família, pedindo ainda que eles espantassem o espírito que sobrevoava sua sala de estar. Prometeu não mais trair sua esposa com a galante e bonita prostituta Rosmerta, nem atrasar o pagamento de seus parcos ajudantes ou brigar tanto com seus escravos. — Maldita! Ennius tremia de medo e angústia. Sabia que deveria realizar o ritual de forma precisa e correta. Andou vagarosamente até a porta de entrada da sala. Lá no meio da sala estava o espírito maligno do outro mundo. Ennius fechou os olhos quase que por completo. Nervoso, esqueceu quantas vezes deveria estalar os dedos para afastar o espectro que pudesse se aproximar; estalou umas 10 vezes; lavou suas mãos de forma precipitada mais de oito vezes com água da fonte; disse um mantra 15 vezes seguidas, mas parece que tinha que dizer menos; jogou na direção da entidade duas das três favas negras que precisava jogar (a outra tinha desaparecido); sacudiu um objeto de bronze, mas precisava lavar a mão antes e não o fez. Andou, cambaleou, mas, antes que pudesse acabar seu ritual, a entidade atacou. Ennius foi jogado no chão. Morreu. Seu rosto estava carregado de medo e pavor. A entidade foi embora da casa dando um prolongado uivo. Quintilia abriu os olhos. Entendeu o que tinha acontecido. Apenas sorriu. Um sorriso que misturava angústia e alívio, paz e agitação. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE ANTIGA ESPAÇO GEOGRÁFICO: ROMA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors

  • DEUSES EM TULA XICOCOTITLAN | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR DEUSES EM TULA XICOCOTITLAN AVANÇAR 850 d. C. Tula, a mais bela das cidades mesoamericanas. A mais linda, a mais grandiosa. Repleta de habitantes, de comércio e de música. Lá ninguém ficava triste. Lá todos se misturavam. Lá existiam pirâmides proeminentes, colunas potentes e esculturas deitadas, características de sua arte peculiar e sua estética do que era bom e belo. Desde eras muito antigas, impossíveis de serem datadas, as divinas entidades de Tezcatlipoca (O Deus Nocturno) e Quetzalcóatl (A Serpente Emplumada) lutavam por essa cidade. E por toda a eternidade se ouvirá os deuses clamarem por ela: a cidade de Tula dos Toltecas. Alguém amou em Tula Xicocotitlan. TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: AMÉRICA DATA DE PUBLICAÇÃO: 23/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @rezual-karim-siams-images ​

  • ALIENS NO SACRO IMPÉRIO | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    AVANÇAR VOLTAR ALIENS NO SACRO IMPÉRIO 800 d.C. Na Basílica de São Pedro, Carlos Magno acabara de ser coroado imperador pelo Papa Leão III. Na entrada do edifício, dois reptilianos encapuzados em suas vestimentas religiosas observavam a cena, chateados com o insucesso de seu plano. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUROPA - GERMÂNIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @ink777 ​

  • IDULBUN - O DEUS DO METAL

    < Back Title I'm a paragraph. I'm connected to your collection through a dataset. Click Preview to see my content. To update me, go to the Data Manager. You can get more out of your site elements by making them dynamic. To connect this element to content from your collection, select the element and click Connect to Data. Once connected, you can save time by updating your content straight from your collection—no need to open the Editor, or mess with your design. Add any type of content to your collection, such as rich text, images, videos and more, or upload a CSV file. You can also collect and store information from your site visitors using input elements like custom forms and fields. Collaborate on your content across teams by assigning permissions setting custom permissions for every collection. Be sure to click Sync after making changes in a collection, so visitors can see your newest content on your live site. Preview your site to check that all your elements are displaying content from the right collection fields. Ready to publish? Simply click Publish in the top right of the Editor and your changes will appear live. Previous Next IDULBUN O DEUS DO METAL VOLTAR AVANÇAR 10.000-5000 a.C. Idulbun aproximou-se do objeto. Elevou seu braço peludo e pegou o seixo de cor esverdeada. Levou-o adiante, direto para a forja, com cuidado e ansiedade. Depois, encheu os buracos no chão, os revestimentos de pedra que eram esquentados pelo fogo. Havia um calor abrasador na frágua. Derretimento. Logo, com bastante zelo, o material foi retirado da fornalha ainda incandescente e balançou no instrumento antes de ser despejado nos moldes de pedra. Em seguida, com cuidado redobrado, foi direcionado vagarosamente para o chão, até esfriar. Por fim, friccionado sucessivamente com novos rebos. Sucesso! Pedra, fogo, derretimento, metal. Transformação. Antes quente e mole, o elemento enrijeceu por completo e tornou-se a força mais poderosa que aquele homem viu durante toda a sua vida. Tão lindo e maravilhoso. Idulbum rapidamente tratou de utilizar seu novo machado indestrutível. Primeiro, atacou aquele mamute que sempre bebia água no riacho, perto da colina do clã dos espíritos dos mortos. Depois, investiu contra a pequena aldeia vizinha do vale dos homens cabeçudos, desonrando suas esposas e se casando com suas filhas. Idulbun empunhou sua arma e o sol fez brilhar o metal que nela existia, de modo que ele se tornou o novo chefe. Com o passar do tempo, Idulbun transformou-se em uma entidade. Povos faziam orações, rituais e sacrifícios ao ferreiro. A lenda, então, misturou-se à realidade. Dizem as fontes religiosas que um dia ele ascendeu aos céus e enfrentou os deuses primordiais. Com seu machado mágico, invadiu as entrâncias da natureza e desposou a Deusa Terra, tornando-se, junto dela, o temível Irin-Apaadi-Idulbun, o Deus infernal ferreiro das armas de metal. A partir de então, a força do metal de seu machado mágico se espalhou por todos os elementos da Terra e do mundo existente. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE DOS METAIS ESPAÇO GEOGRÁFICO: ÁFRICA DATA DE PUBLICAÇÃO: 20/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @nithishramesh / @maxicons

  • O PORTAL DA TRINCHEIRA

    O PORTAL DA TRINCHEIRA AVANÇAR VOLTAR 1916 d.C. Uma lua gibosa vagava sozinha no céu. Não havia nuvens. No chão, profundos túneis repletos de curvas tristes e finitas, de sombras e penumbras, conversavam com as trevas e zombavam do medo. Homens fumavam, resmungavam e pareciam misturar seus corpos cansados ao furor dilacerador do aço das armas, dos arames e de dezenas de sacos de areia. As paredes das valas falavam uma estranha língua úmida, que tinha cheiro de sangue e morte. Um soldado inglês, George, enlameado e desolado, andava pelos becos cinzas das trincheiras enquanto levava nas mãos o seu Lee-Enfield, um rifle de estimação. Em uma curva o soldado viu uma forte luz se abrir em uma das paredes de terra à sua frente. Assustou-se. Era o portal da iluminação e esperança, triangular, de coloração vermelha e lilás. Ele preparou e apontou. Na imagem que se abriu, do outro lado do portal, estava Cléver, um soldado alemão com seu rifle, um Mauser M98G 7.92 mm, preparado e apontado. Na hora, assustados e admirados, os dois soldados riram um para o outro e abaixaram as armas. Um sorriso honesto e sincero. Ali, naquele instante, os dois perceberam, um no outro, um coração cheio de histórias, memórias, desgraças e frustrações. Viram o terror e a destruição. Foi como se o tempo parasse. E, de fato, parou, subordinado à figura etérea daquelas fardas que sorriam através de mentes ensanguentadas. Eles ficaram ali congelados até que um deles atirou e, então, o portal da iluminação e esperança se apagou. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 1 ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUROPA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors

  • O PRANTO DAS NEBULOSAS 3 | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    AVANÇAR VOLTAR O PRANTO DAS NEBULOSAS 3 A FANTÁSTICA EPOPEIA DOS PATRIARCAS JUDAICO-CRISTÃOS 2 Ele estava insatisfeito. Estava agoniado. Vagava pelos remotos cantos dos universos. Era chato. Tocava nas massas escuras. Destruía. Recriava. Ele não encontrava as suas nebulosas perdidas. As meninas, por sua vez, pulavam por entre as constelações. Voavam livres e felizes. Soltavam risos que perpassavam por grandezas incontáveis. Escondiam-se por detrás de nuvens asfixiantes. Dançavam diante de terríveis tempestades escaldantes. Rodopiavam. Usavam as galáxias enroladas na cintura como se fossem belos vestidos coloridos. Eram as nubentes cósmicas e estelares! Ele, por outro lado, tentava, refazia, remodelava. Novas nebulosas surgiam. Mas ele não as achava. Tão pouco as reconhecia. Era impossível aquilo! Ele tinha raiva. Num átimo pulverizou trezentos sóis. Destruiu duzentos universos. Voou para longe. Entristecido. Seu pranto ultrassônico misturava-se com a matéria comum e a energia escura. Brotavam cores brilhantes numa tonalidade turquesa florescente, vermelho fogo e lilás claro. Desintegrou tudo! Eram ridículas aquelas cores bobas! Esbravejou. Profetizou sua tristeza astral. NOÉ Noé! Noach! Enzara! Noé! Noach! Enzara! Noé! Noeeeee! Noé! Noach! Na'amah! Noé! Noach! Na'amah! Noé! Noeeeee! Noé! Na'amah! Jafé! Noé! Noach! Na'amah! Jafé! Jafet! Na'amah! Noé! Jafé! Noé! Na'amah! Jafet! Jafé criará os jafetistas! Jafé! Jafet! Eles serão Indo-Europeus! Jafé! Jafet! Noé! Na'amah! Jafé! Jafé! Adataneses! Seus filhos serão: Gomer! Magogue! Madai! Javã! Jafé! Adataneses! Seus filhos serão: Tubal! Meseque! Tiras! Noé! Na'amah! Cam! Cam! Noé! Na'amah! Cão! Noach! Cã! Na'amah! Noé! Ham! Cam criará os camitas! Cão! Ham! Eles serão os Africanos! Ham! Ham! Dentre seus filhos: Cuxe! Mizraim! Pute! Canaã! Cam! Dentre seus filhos: Cuxe! Mizraim! Pute! Canaã! Noé! Cam! Cuxe! Dentre seus filhos estarão: Sebá! Havilá! Sabtá! Raamá! Sabtecá! Ninrode! Babel: Ninrode fundará! Babel Ninrode fundará! Noé! Cam! Canaã! Dentre seus filhos estarão: Sidom! Hete! Fenícios: Sidom criará! Fenícios: Sidom criará! Hete! Seus descendentes serão: Jebuseu! Amorreu! Girgaseu! Heveu Hete! Seus descendentes serão: Arqueu! Sineu! Arveu! Zemareu! Hamateu! Os Amorreus serão os Amoritas! Será deles o Primeiro Império Babilônico! Noé! Sem! Sem criará os Semitas! Eles serão Judeus e Árabes! Sem! Dentre seus filhos estarão: Elão! Assur! Arfaxade! Lude! Arã! Elão/Elemitas! Assur/Assirios! Arã/Arameus! E os caldeus? Arfaxade criará os Caldeus! Seus descendentes serão Salá! Heber! Heber! Seus descendentes serão os Hebreus! E os caldeus? Os Caldeus terão a cidade de Ur/ Terão o Segundo Império Babilônico! Noé! Na'amah! Sem! Heber! Azurad! Seus filhos: Joctã e Pelegue! Joctã! Seus filhos: Almodá, Abimael, Hazarmavé, Uzal, Selefe, Joctã! Seus filhos: Jerá, Jobab, Hadorão, Diklah, Obal, Ophir, Sheba, Havilah Pelegue terá descendentes: Reu! Serugue! Naor! Terá! e o Abraão! Noé! Na'amah! Sem! e o Abraão! Na'amah! Noé! Sem! e o Abhrāhām Abhrāhām ​ ​ TEMPO HISTÓRICO: ANTES DO SER HUMANO ESPAÇO GEOGRÁFICO: UNIVERSO DATA DE PUBLICAÇÃO: 30/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES ILUSTRAÇÃO: VIVIANE FAIR ​

  • O ÚLTIMO MANTRA ESPECTRAL | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    O ÚLTIMO MANTRA ESPECTRAL AVANÇAR VOLTAR 1240 d. C. Nuvens brancas e esparsas meditavam ao redor das frias montanhas do Tibet. As paredes úmidas do velho templo escutavam um mantra repetitivo. Havia por ali paz, consciência e iluminação. Shakti, um dos monges budistas que ali habitavam, era o único que conseguia observar raios e órbitas espectrais que saíam de um portal dimensional azul-prateado no teto do pavilhão de orações e meditações. Nele, Shakti via imagens proféticas do fim iminente: era o início da invasão dos guerreiros mongóis. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: MONGÓLIA - TIBET DATA DE PUBLICAÇÃO: 23/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @sketchify / @akhmad-thamrins-images ​

  • O BELO HADEANO | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR O BELO HADEANO AVANÇAR 4,5 bilhões de anos atrás ​ Altas temperaturas. Admiráveis vulcões ativos. Constantes meteoros. A superfície irregular se digladia com a pesada atmosfera de enxofre, amônio e metano. São lindas as entidades infernais que forjam o Belo Hadeano. Deixei Frank, desacordado, por lá. Na volta, cuidarei de Mila. TEMPO HISTÓRICO: ANTES DO SER HUMANO ESPAÇO GEOGRÁFICO: PLANETA TERRA DATA DE PUBLICAÇÃO: 16/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / Alex-Prado

  • REGRESSÃO À BATALHA DE URUQUE | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    REGRESSÃO À BATALHA DE URUQUE AVANÇAR VOLTAR 2271 a.C. — Você consegue se ver? — Sim! A imagem está mais clara do que antes, desembaçando como se eu estivesse passando a mão seca num vidro cheio de vapor de água. Sou uma jovem mulher que corre pela margem de um rio. — Qual é o rio? — Não sei qual é o rio. — Qual o nome do rio, Pablo? — Talvez... o Eufrates! — Você consegue ver mais alguém? — Não! Só a menina. Ela anda com medo de alguma coisa que está atrás dela. — O que é que está atrás dela, Pablo? — Não tem nada atrás dela. Não no meu campo de visão, Doutor. — Pablo? Um, dois, três... aumente o seu campo de visão! — Sim! Agora consigo ver. — O que há? — Zabit! Zabit! O nome dela é Zabit. — Pablo, seu nome nessa vida é Zabit? — Sim! — Do que Zabit está com medo? — Do seu dono! — Diga mais! — Eu não sei! — Pablo? Um, dois, três... quem é o dono de Zabit? — É um rei... o rei Lugalzagesi, rei de Uma, rei de Uruque. — Ela foge do seu rei? — Não! Ela foge da guerra! — Qual guerra? — Não consigo... — Veja em um campo mais profundo. — Preciso de mais, Doutor! — Ficará mais caro, Pablo? — Me dê mais, Doutor! Por favor! — Ok. Inserindo mais uma ampola de fluidos de células de memória do passado. — Oh, sim! Agora consigo ver com mais clareza agora, Doutor! — Qual é a guerra, Pablo? — Guerreiros lutam pela conquista da cidade de Uruque! — Hmm, interessante! Uruque era uma cidade na antiga Mesopotâmia... Qual é a data? — Não consigo localizar, Doutor! — Pablo! Um, dois, três... qual a data dessa guerra? — A data é... 2271 antes de Cristo. — Ótimo! Essa é a Batalha de Uruque! Pablo, onde está Zabit? — Agora ela está na encosta de um monte. Observa a cidade de... Nipur. — Nipur! O que ela faz ali? — Ela quer ver os resquícios da batalha e o que aconteceu com o rei Lugalzagesi. Ela sente euforia. Não está mais com medo. Parece estar feliz... — Feliz? O que provocou essa mudança, Pablo? — Não entendo. — Por que, agora, ela está feliz, Pablo? — Ah! Pois o rei Lugalzagesi perdeu a guerra! — Sim. Busque mais informações! — Preciso de mais uma ampola, Doutor. — Ok. Inserindo outra ampola. — Ahhhh! Isso é um alívio, Doutor! É como beber água numa sede eterna. — Busque mais informações, Pablo! — Lugalzagesi foi preso por Sargão I, da Acádia. Foi levado até Nipur amarrado com correntes no pescoço! Foi enjaulado, sofreu as mais terríveis humilhações! — Zabit está feliz com isso? — Ela está com sentimentos confusos... Feliz, e com medo do que irá acontecer. — Onde ela está agora? — Zabit caminha sozinha. Ela tem sede e fome, não sabe como sobreviverá. Caminha e molha os pés, sujos e sem unhas, nas águas frias do Eufrates... TEMPO HISTÓRICO: HISTÓRIA ANTIGA ESPAÇO GEOGRÁFICO: MESOPOTÂMIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 22/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors ​

  • O VAMPIRO BURGUÊS

    VOLTAR O VAMPIRO BURGUÊS AVANÇAR 1850 d.C. Nos campos ingleses do século XIX havia um vampiro burguês que mordia seus empregados para transformá-los em operários eternos e imortais. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 1 ESPAÇO GEOGRÁFICO: INGLATERRA DATA DE PUBLICAÇÃO: 21/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @wind-of-hope / @sparklestroke

  • BUBURU - A PLANTA DEVORADORA DE CABEÇAS | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR BUBURU AVANÇAR A PLANTA DEVORADORA DE CABEÇAS ± 5 . 000 a.C. ​ TEMPO HISTÓRICO: PRÉ-HISTÓRIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: ÁFRICA DATA DE PUBLICAÇÃO: 14/10/2020 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO HISTÓRICA: LEONARDO STOCKLER REVISÃO TEXTUAL: JÚLIA TETZLAFF ROSAS TRADUÇÃO: JÚLIA TETZLAFF ROSAS ILUSTRAÇÃO: VIVIANE FAIR ​

  • A MAGIA DOS BERBERES

    A MAGIA DOS BERBERES AVANÇAR VOLTAR 700-800 d.C. Entre os séculos VIII e IX d.C., um berbere muçulmano andava feliz e cantante com seu camelo marrom por algum canto dos desertos do Egito. Ele levava consigo a paz, a liberdade, o comércio, o conhecimento e a fé. Mas, de repente, o céu se quebrou em 12 pedaços, uma centopeia quimérica fez o sol se partir em dois, o mundo virou de cabeça para baixo, um gênio (jinn) passou voando pelo vasto horizonte amarelo e um raio celeste azul-turquesa despencou. No mesmo instante, esse berbere e seu camelo apareceram vivos no deserto do Marrocos, a quilômetros de distância de onde estavam. O homem continuou feliz e cantando como se nada tivesse acontecido. Por traz dele, o Norte da África completamente islamizado. TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: NORTE DA ÁFRICA DATA DE PUBLICAÇÃO: 21/01/2024 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @sketchify / clker-Free-Vector-Images ​

  • NAGASKI ATÔMICA | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    NAGASAKI ATÔMICA AVANÇAR VOLTAR 1945 d. C. No céu, a menina de olhos azuis sufocava. A cidade sumiu. TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: ÁSIA - JAPÃO DATA DE PUBLICAÇÃO: 30/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / OpenClipart-Vectors ​

  • CHUVA ROBÓTICA EM MAPUTO | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    CHUVA ROBÓTICA EM MAPUTO AVANÇAR VOLTAR 1980 d. C. Alguém bateu na porta! Naquele momento, labaredas de chumbo e ferro se derramavam sobre a capital Maputo. Ciborgues e androides com potente inteligência artificial guerreavam ferozes nos céus das áreas urbanas e rurais. Por entre as matas, robôs guerreiros da Frente de Libertação combatiam os autômatos da Resistencia Nacional. Eram os tempos da Guerra Civil Moçambicana. Dona Rosalina Jachel olhava pela janela de uma casa abandonada, a rua deserta e destruída. Estava pronta para a batalha, a espingarda firme nas mãos. Ainda havia nela alguma esperança. Na sala, seu filho mais velho brincava com um carrinho sem rodas. Seu irmão menor chorava de fome. Os toques metálicos na porta se intensificaram. Dona Rosalina Jachel pegou as crianças. Nunca atendeu aquelas batidas. Fugiu para campos floridos onde não mais haveria guerra. TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: ÁFRICA - MAPUTO DATA DE PUBLICAÇÃO: 30/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @drawcee ​

  • A MÁQUINA DE COSTURA DE SRA DANKWORTHY | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    VOLTAR A MÁQUINA DE COSTURA DA SRA DANKWORTHY AVANÇAR TEMPO HISTÓRICO: IDADE MODERNA ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUROPA - INGLATERRA DATA DE PUBLICAÇÃO: 15/02/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO HISTÓRICA: FERNANDA PISSURNO REVISÃO TEXTUAL: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: VIVIANE FAIR ​

  • O PRANTO DAS NEBULOSAS 1 | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    AVANÇAR VOLTAR O PRANTO DAS NEBULOSAS 1 A EVOLUÇÃO MÁGICO-GEOLÓGICA DE UM PLANETA Ele observava a imensidão de seu próprio cosmos. Universos, galáxias, planetas. O tempo e o espaço. Era chato ver aquilo. Ele viajava solitário pelas diversas dimensões dos múltiplos universos, conectados e paralelos. Ele perpassava por constelações, de portal em portal, de orbes em orbes, de nuvens em nuvens, de elementos. Ele tocava em tudo e mudava tudo quando assim desejava. Eram as suas etéreas e também eternas energias. Suas gigantescas vontades. Ele soprou gases e poeiras e elas se transformaram e, em segundos, criaram-se bilhões de nebulosas planetárias, escuras, reflexivas, emissivas. Eram vermelhas, azuis, multicoloridas. Ele gostou. Amava suas nebulosas. Depois cansou. Era chato olhar para elas, ali, sozinhas. Destruiu tudo. Chorou. Voou dezenas de galáxias e parou em frente a uma rocha flutuante que queimava como uma bola de fogo. Ficou um milhão de anos olhando para ela. Cansou de olhar para aquilo. Era chato. Então, ele resolveu expandir suas energias. Algo que, para nós, hoje em dia, ressoaria como um tipo de som profético. ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS Hadeano-Arqueano-Proterozóico-Fanerozóico Hadeanonn-Arqueanonn-Proterozóiconn-Fanerozóiconn ​ ​ ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS Pré-Cambriano! Pré-Cambriano! Pré-Cambriano! ​ ​ ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS HADEANO Planetas! Sistemas! Planetas! Sistemas! ​ ​ ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS ARQUEANO Eoarqueano! Paleoarqeano! Mesoarqueano! Neoarqueano! Rochas! Ígneas intrusivas! Metamórficas! Vulcões! Lavas! Dióxido de carbono! Procariontes! Meteoritos! Continentes! Vaalbara! Vaalbara! Vaalbara! Onde estará você? ​ ​ ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS PROTEROZÓICO Paleoproterozóico! Mesoproterozóico! Neoproterozóico! Oxigênio! Respiração! Oxigênio! Respiração! Óxidos! Silício! Ferro! Seus Eucariontes! Seus Eucariontes! Seus Eucariontes! Rodínia! Laurentia! Báltica! Sibéria! Gonduana! Gonduana! Gonduana! Onde estará você? Sexooo! Sexooo! Reprodução Sexuada! Sexooo! Sexooo! SEXOOOOOOOOOOOONNNNNNN! ​ ​ ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS FANEROZÓICO Paleozóico, Mesozóico e Cenozóico Paleozóico, Mesozóico e Cenozóico ​ ​ ÉONNNNNNNNS ERA PALEOZÓICA! Cambriano! Ordoviciano! Siluriano! Devoniano! Carbonífero! Permiano! Gondwana! Pangéia! Gondwana! Pangéia! Gondwana! Pangéia! Explosãoooo Cambriana! Invertebrados! Marinhos! Peixes! Corais! Explosãoooo Cambriana! Plantas! Insetos! Anfíbios! Florestas! Carvão! Carvão: Turfa – Linhito – Hulha – Antracito. Carvão: Turfa – Linhito – Hulha – Antracito. Seus Répteis! Seus Répteis! Répteis! Seus Répteis! Pantalassa! Argilitos! Graptolitos! Artrópodes! Amonites! Montes Apalaches! Moooontes Apalaaaachees! Montes Apalaches! Extinção Permiana! Extinção Permiana! Extinção Permiana! Extinguiu! ​ ÉONNNNNNNNS ERA MESOZÓICA! Triássico! Jurássico! Cretáceo! Triássico! Jurássico! Cretáceo! Pangéia! Laurásia! Gondwana! Aquífero Guarani! Aquífero Guarani! Aquífero Guarani! Seus Répteis! Seus Répteis! Seus Répteis! Aves! Voem! Aves! Voem! Aves! Voem! Aves! Mamem! Mamíferos! Mamem! Ratos! Seus Ratos! Ratos! Seus Ratos! Ratos! Seus Ratos! Plantas e Flores! Muitas Flores! Plantas e Flores! Dinossauros! Pterossauros! Plesiossauros! Explosãooooo-Meteorito-Explosãooooo Poeira! Poeira! Poeira! Poeira! Poeira! Poeira! Extinção! Extinção! Extinção! Extinção! Extinção! Extinção! Extinguiu! ÉONNNNNNNNS ERA CENOZÓICA Paleogeno! Eoceno! Oligoceno! Paleogeno! Eoceno! Oligoceno! Neogeno! Mioceno! Plioceno! Neogeno! Mioceno! Plioceno! Quaternário! Pleistoceno! Holoceno! Quaternário! Pleistoceno! Holoceno! Andes! Alpes! Himalaia! Andes! Alpes! Himalaia! Andes! Alpes! Himalaia! Cavalo! Cavalo! Cavalo! Cavalo! Era do Gelo! Glaciação! Glaciação! Era do Gelo! ​ ​ Homo-Homo-Homo-Homo Homo: Heidelbergensis – Australopithecus – Pithecanthropus erectus Homo: Sinanthropus pekinensis – neanderthalensis – Sapiens Homo-Homo Homom Homem-Hommmem-Homem ÉONS ÉONS – ÉONS – ÉONS ÉONNNS – ÉONNNS – ÉONNNS SEXOOOOOOOOOOOONNNNNNN! HOMOM HOMOM-HOMOM-HOMOM ÉONNNS HOMENS ​ TEMPO HISTÓRICO: ANTES DO SER HUMANO ESPAÇO GEOGRÁFICO: UNIVERSO DATA DE PUBLICAÇÃO: 30/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES ILUSTRAÇÃO: VIVIANE FAIR

  • O ABADE ANJO | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    O ABADE ANJO AVANÇAR VOLTAR 1204 d. C. A guerra havia terminado. A legião de guerreiros triunfou em Trebizonda, finalmente. Naquela mesma noite, um bondoso abade cristão jogou-se da torre do Mosteiro de Sumela. Com as asas quebradas, voou em direção ao penhasco. ​ TEMPO HISTÓRICO: IDADE MÉDIA ESPAÇO GEOGRÁFICO: ANATÓLIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 17/05/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / GDJ / Clker-Free-Vector-Images ​

  • A VOLTA DAS SEIS VAMPIRAS CRIADORAS DO UNIVERSO | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    AVANÇAR VOLTAR A VOLTA DAS SEIS VAMPIRAS CRIADORAS DO UNIVERSO 13 BILHÕES DE ANOS ATRÁS As seis vampiras criadoras do universo cuidavam de meu desenvolvimento. Graciosa dançava com Estranha, Superiora brigava com Submissa, Ascendida rodopiava com Decaída. Eu gostava dessa vida feliz. Um dia, minhas mães resolveram criar uma galáxia só para mim, chamada carinhosamente pelo nome de Su’ure-Nesy-Tui-0-rid (ou Via-Láctea, como vocês feiamente a batizaram). Foi uma das últimas galáxias a serem criadas por essa geração de velhas vampiras. Foi feita com poucas estrelas brilhantes e tinha o único objetivo de me distrair e me fazer rir. Mas as minhas seis mães vampiras disseram-me que eu nunca poderia tocar nela, só observá-la. Acontece que, certa vez, esperta e curiosa como sou, resolvi tocar em Su’ure-Nesy-Tui-0-rid. Levei um grande choque. Houve uma explosão galáctica e, depois, apareceu um espaço no meio daquele turbilhão, um corpo todo escuro, que sugava tudo. Por fim, o que era singular e reto acabou virando essa horrenda confusão em espiral que vocês acham bonita. Minhas mães ficaram furiosas comigo. Colocaram-me para meditar, de castigo, lá no cantinho do pensamento do universo, perto de uma outra massa escura, por um picossegundo de tempo cósmico. Foi a partir de então que eu aprendi a criar... TEMPO HISTÓRICO: ANTES DO SER HUMANO ESPAÇO GEOGRÁFICO: UNIVERSO DATA DE PUBLICAÇÃO: 30/10/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / @sparklestroke / @alerodriguez ​

  • JOY WRONG-BARKER (1880-1936) - A BRUXA DE SEATTLE | FANTASTÓRICA - PAINEL FANTASIA HISTÓRICA

    JOY WRONG-BARKER (1880-1936) VOLTAR AVANÇAR A BRUXA DE SEATTLE TEMPO HISTÓRICO: IDADE CONTEMPORÂNEA 2 ESPAÇO GEOGRÁFICO: EUA DATA DE PUBLICAÇÃO: 27/03/2022 AUTOR: FABIO GOMES REVISÃO: CIAENTRELINHAS ILUSTRAÇÃO: www.fantastorica.com / www.canva.com / GDJ ​

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